Monthly Archives: July 2005

passando o domingo…

Embora o tempo por aqui tenha sido legal, meu domingo se resumiu a ver o jogo maluco entre holanda e portugal, jogar metal slug 3 (yeah, xmame rules!) e programar um pouco. Nessa de programar um pouco em clima meio deprê acabei fazendo algo que pudesse estupidamente (no sentido de estupidez) levantar um pouco minha auto-estima :

http://debian-ba.org/~tiago/mrtg/mrtgoogle/search.html

🙂 os fontes estão em http://debian-ba.org/websvn (mrtgoogle). Talvez isso seja útil pra algo um dia.

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Debconf6 [PARTE 2]

Tive sérios problemas no meu servidor de email, o mesmo que serve esse blog. Foi terrível. Mas isso me
fez voltar a jogar vôlei. Esse post é bem antigo, tão antigo que merece algumas correções:

================

Bom, já vi que não vou conseguir postar tudo que gostaria sobre a
debconf6. Agora tô de volta a Montreal e mais empolgado com o Debian
🙂 Vou tentar resumir nesse post o que consegui fazer nos dias em
Oaxtepec.

O Otavio me apresentou ao Vagrant (http://freegeek.org/), que tentou
me explicar o que eles já tinham trabalhado no LTSP. Eu levei um dia
inteiro pra entender, mas por fim acabei até colaborando com um pouco
de código, escrevendo um simples plugin e um template debconf.

Comecei então a trabalhar com Tássia no apticron. Consegui fechar 12
bugs e Tássia 7
(http://bugs.debian.org/cgi-bin/pkgreport.cgi?maint=tiago%40debian-ba.org).

Tivemos uma reunião para decidir os próximos passos do Debian-BR-CDD.
Discutimos o papel dos release managers (eu e faw) e a estrutura para
a próxima versão do sistema, que vai adotar as suites unstable ->
testing -> stable, como no Debian, em vez da anterior unstable -> 1.0.
Além disso teremos o proposer update pra tudo que ainda precisar
entrar na estável atual (1.0).

Trabalhei também na geração de backports pra OS Systems, que está
montando uma estrutura similar que utilizaremos no BR-CDD. Com isso
achei um bug de build-depends no CDBS, que reportei e enviei um patch
(http://bugs.debian.org/cgi-bin/bugreport.cgi?bug=368255)

Fora isso estive nas palestras, BoFs, encontros etílicos, etc. Durante
o passeio pelo México pos-debconf6 eu consegui terminar de traduzir o
tutorial de Lex e Yacc que comecei alguns anos atrás. Fechei também

Mexico-Montreal consegui fechar mais bugs e limpar os warnings desses
pacotes. Mudei bastante coisa neles, principalmente em relação ao
epylog, que agora usa o CDBS (muito bom!).

A parte turística dessas últimas semanas foram sensacionais. Em breve
vou postar as fotos do que conheci no México. Compartilhamos nossas
andanças com Frans, Peter, Christoph e Kurt, pessoal muito gente fina
do Debian.


Tiago Bortoletto Vaz
0xA504FECA – http://pgp.mit.edu
http://tiagovaz.org

“É preciso não ter medo,
é preciso ter a coragem de dizer.”

Rondó da Liberdade, Carlos Marighella
“,0] ); //–>bugs importantes nos meus pacotes epylog e bbclone. Entre os vôos
Mexico-Montreal consegui fechar mais bugs e limpar os warnings desses
pacotes. Mudei bastante coisa neles, principalmente em relação ao
epylog, que agora usa o CDBS (muito bom!). UPDATE: sim, passei pra CDBS mas não mandei pra upload ainda, pois nesse tempo morto o pacote sofreu um NMU com bastante modificação, e preciso testar com mais calma as minhas.

A parte turística dessas últimas semanas foram sensacionais. Em breve
vou postar as fotos do que conheci no México. Compartilhamos nossas
andanças com Frans, Peter, Christoph e Kurt, pessoal muito gente fina
do Debian. UPDATE: isso sim tá bem atualizado, pois ainda não postei foto nenhuma 🙂

Lex & Yacc Howto em ptbr

Comecei a traduzir esse documento na época que estudei sobre construção de compiladores na graduação. A qualidade da tradução não está boa, mas pode ser útil. Quem quiser pode ajudar a revisar. O snapshot diário do CVS pode ser baixado em https://codigolivre.org.br/snapshots.php?group_id=1072

Debconf6 – [PARTE 1]

Momento pos-debconf, direto de Acapulco, Mexico. Muita chuva e internet gratis no hostel. Teclado sem acentos.

Debconf6 foi demasiadamente intensa. Cheguei no ultima dia da Debcamp. Havia um grupo no aeroporto esperando o pessoal que chegaria naquele dia. Cheguei a tirar uma foto daquele momento legal e logo depois fui reprimido por um agente federal. No entanto nao a apaguei da minha camera.

Recepcao no aeroporto

Chegando em Oaxtepec encontrei meus amigos brasileiros Otavio, Stela e Faw. Fui revendo tambem aos poucos bastante gente legal que conheci na Debconf5. O clima no hotel nao estava muito bom, pois havia serios problemas na infraestrutura de rede, o que deixou o povo sem internet a maior parte do tempo durante a Debcamp. Gunnar desabafa sobre o assunto em [0]. Sem ter como trabalhar, muitos DDs se envolveram com as belezas naturais do local [1] e/ou com o gtetrinet [2]. As criticas comecaram a aparecer quando a internet estava de volta e alguns ainda preferiam curtir o local, que era de fato tentador. Eu nao tenho parametros pra opinar se essa Debconf foi mais ou menos produtiva que as anteriores, mas ao menos notei que, talvez pela beleza e grande dimensao do local, as pessoas estavam mais dispersas que nas duas anteriores.

Local tentador

Meus dois primeiros dias foram marcados por um pouco de estresse, causado por alguns problemas de conectividade e outro no meu sistema de arquivos que quase me deixa na mao. O Otavio estava trabalhando com o Vagrant no LTSP. Reestruturaram o codigo, que agora possui uma arquitetura de plugins baseado em vendours, o que garante uma flexibilidade, como ele comenta em [3].

[0] https://debconf6.debconf.org/blog/2006/05/12#gw_sad
[1] https://gallery.debconf.org/debconf6
[2] http://gtetrinet.sourceforge.net/screenshots/gtet-fields.png
[3] http://otavio.ossystems.com.br/?p=63

viva a coluna social

Valeu a risada do dia:

http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=382CIR002

Here’s my happy end…

All tickets sold out 1:30h after they have started to sell… Thanks to Luiz and Ludmila. You deserved it, by arriving at the line about 7:30am. Thanks to Vinicius, you just convinced me that is a worthwhile concert, even I’ve lost a lot of money one day before… I hope don’t need to follow your suggestions to get some money when mine finish…

Debian-BR-CDD é a distro da prefeitura de Fortaleza

O Debian-BR-CDD foi selecionado para ser a distribuição oficial da prefeitura de Fortaleza após análise realizada entre 4 diferentes distribuições GNU/Linux. Segundo relatório divulgado no site do PNAFM:

“A escolha foi feita seguindo metodologia que consistiu em atribuir pontuação a cada uma das distribuições selecionadas para avaliação (Debian BR CDD, Fedora, Slackware e Ubuntu). Os itens julgados foram: versão do kernel, suporte ao idioma português do Brasil, sistema de gerenciamento de pacotes, custos de aquisição e atualização, ferramentas para configuração do sistema em ambiente gráfico, suporte técnico, detecção de hardware, usabilidade, atualização de pacotes, lançamentos de atualizações de segurança, existência de comunidade de usuários, existência de aplicativos de uso mais comum, facilidade de instalação, segurança, desempenho e continuidade da distribuição.”

Fiquei bastante contente com a notícia, e fiquei também curioso em saber onde o Debian-BR-CDD obteve melhor pontuação, e onde devemos melhorar. Eu realmente gostei da análise, e fiquei ainda mais satisfeito em perceber que os pontos fracos apontados pela equipe de técnicos nomeados são exatamente os que concordamos dentro da equipe, e que estamos preocupados em melhorar nas próximas versões. Segue abaixo alguns pontos da minha leitura sobre a análise:

(1) Versão do Kernel: o Debian-BR-CDD atualmente utiliza a base estável do Debian, ou seja, a suite Sarge, o que inclui seu kernel padrão, na versão 2.6.8. Mantemos alguns pacotes específicos por conta de bugs graves, mas pra cada pacote mantido pela equipe, é mais um backport a ser feito, e mais tempo dedicado de um dos poucos desenvolvedores pra poder mantê-lo. Quando se trata de manter um pacote do kernel Linux, a responsabilidade aumenta bastante, principalmente pela questão da segurança e códigos em desacordo com a DFSG que podem estar lá dentro. O Debian tem um time que trabalha pesado pra conseguir manter o kernel com um bom padrão de qualidade, segurança e sem problemas com copyrights e patentes. A nossa meta é em breve ter um kernel mais atualizado no Debian-BR-CDD, seja dedicando tempo dos desenvolvedores pra mantê-lo ou de alguma outra forma que encontrarmos. Pode-se encontrar os tickets sobre atualização do kernel prevista para a versão 1.99.1. Na minha opinião, a pontuação obtida nesse quesito foi de fato justa, precisamos atualizar nosso kernel.

(2) Outro item que o Debian-BR-CDD obteve pontuação baixa foi em relação ao pacote Office. Penso que isso deve-se ao fato de ainda utilizarmos o OpenOffice.org 1.1.3, mais uma vez a mesma versão presente na Sarge. Reconhecemos que o BrOffice.org é a melhor opção, e que o OpenOffice.org 1.1.3 está de fato tornando-se obsoleto. Tentamos criar um backport do BrOffice.org com máquinas virtuais Java livres, ainda sem sucesso. Há um ticket aberto nesse sentido, que pretendemos fechá-lo para a próxima versão do sistema (1.99.1).

(3) Instalação. Embora a média nesse quesito tenha sido boa, um dos avaliadores mostrou instatisfação. Ainda temos alguns problemas no instalador, mas que em grande parte já foram corrigidos no instalador utilizado na Etch, que será nossa base para a versão 1.99.1 (rumo a 2.0).

A única crítica que tenho a fazer no momento é em relação a falta do critério “licenciamento”, onde ao meu ver, não se julgaria qual licença é “melhor” que outra, mas qual distribuição oferece uma política de licenciamento mais adequada para o fim em questão, ou em qual distribuição se encontra uma maior garantia de que não se infringe copyrights ou patentes. Esse é um ponto importante para projetos de cunho governamental, principalmente.

É claro que diante desse relatório não se tira qual distribuição é melhor ou pior, mas no mínimo conclui-se que o Debian-BR-CDD tem conseguido atingir seu objetivo, que é oferecer uma boa distribuição para estações de trabalho, voltada para usuários brasileiros. Devemos lembrar que uma das razões fundamentais para a escolha do Debian-BR-CDD deve-se aos pontos atingidos por se oferecer toda uma estrutura no idioma português que inclui, além dos próprios softwares, seu sítio na WEB, documentações, lista de discussão, canal IRC e a própria comunidade brasileira. Isso significa que grande parte do mérito por essa conquista de novos usuários em Fortaleza vai para as pessoas que não necessariamente são programadores no projeto.

Por fim, fica meus parabéns ao pessoal de Fortaleza pelo ótimo trabalho e a toda equipe do projeto Debian-BR-CDD, que além de competentes são ótimas pessoas.

I need a happy end

These last days in Montreal were really crazy. First of all Tassia and I decided to gave up of B. B. King concert in Montreal Jazz Festival. The reason is clear = C$100 is too expensive for us. Hard decision. After that we were noticed that our Mexican visa was arrived. Would be a good news, since we didn’t realize we had to pay C$152 for each one. The worst part of this case is that they give us a kind of visa that we don’t need. As Gunnar Wolf has explained in his blog, debconf6 attendees just need a simple U$40’s tourist visa. Also, he give us a good thought about Mexico’s government. So, I know the real victims were the people of debconf6 organization. I have to be thankful specially to Gabriela and Gunnar for their hard work and patience. We know we are going to have a great time in Mexico!

After we have felt pissed off about the fucking expenses we decided to go to Radiohead concert. I know it doesn’t make sense, but it is the idea. So, in this exact moment, Tássia is in a long line to buy our tickets while I’m here trying to do it by WEB: Le nombre maximal de connexions autorisé pour le site est atteint. Veuillez ré-essayer un peu plus tard s’il vous plaît.
I hope to have a happy end, at least about the tickets… good luck Tássia…

Pobres & Nojentas

Acabei de ler uma ótima notícia no Observatório da Imprensa. Trata-se do lançamento de uma revista que se contrapõe a toda essa merda fútil travestida de jornalismo que impregna as prateleiras ao lado de filas de supermercado. Leiam e confiram:

http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=379IMQ004

Configurando plugin polyglot no wordpress

Polyglot é um plugin que oferece suporte a múltiplos idiomas no wordpress. Ele funciona direitinho, mas é muito mal documentado, pelo menos pra mim, que não conheço muito bem o wordpress internamente. Levei quase 3 horas pra colocar ele funcionando, e agora faço minha parte aqui.

passo 1: baixe o polyglot em http://fredfred.net/skriker/index.php/2005/02/page/2/ (procure por download)

passo 2: descompacte-o em seuwordpressroot/wp-contents/plugins/

passo 3: ative-o no painel de configuração de plugins na interface de administração do seu wordpress

passo 4: configure o arquivo polyglot.php, modificando os campos:

(coloque seu idioma padrão):

$polyglot_settings[‘default_lang’] = ‘pt’;

(adicione os idiomas que você vai utilizar):

$polyglot_settings[‘trans’][‘pt’] = ‘Portuguese’;
$polyglot_settings[‘trans’][‘en’] = ‘English’;
$polyglot_settings[‘trans’][‘fr’] = ‘Français’;

(adicione nesse vetor os idiomas que você vai utilizar):

$polyglot_settings[‘knownlangs’] = array(‘pt’,’en’,’fr’);

(pra não desconfigurar o locale padrão adicione FALSE nesse campo):

$polyglot_settings[‘lang_change_locale’] = FALSE;

(adicione TRUE pra usar as bandeirinhas):

$polyglot_settings[‘use_flags’] = true;

passo 5: adicione o seguinte código no seu index.php (atenção! É o index.php do tema que você está usando. Isso pode ser feito pela interface de administração do wordpress, em Presentation, Theme editor):

if(function_exists(‘lp_other_langs’)) {
//display existing language versions of the post
lp_other_langs(‘ ‘,’ ‘, ‘ ‘, ‘ ‘, ‘ ‘);
}

O que esse código faz é listar os idiomas disponíveis (usando as bandeirinhas) para cada post do seu blog. Uma boa idéia é colocá-lo logo após o campo que lista o título do post, no index.php do seu tema. Esse mesmo procedimento pode ser feito pros arquivos do seu tema, como por exemplo o single.php.

passo 6: teste se está funcionando: escreva um post como algo assim:

<lang_pt>esse é um texto em português</lang_pt>
<lang_en>this is a text in english</lang_en>
<lang_fr>c’est un texte en français</lang_fr>

Esse é o funcionamento padrão do plugin. Ele te dá mais opções, como por exemplo criar feeds RSS diferentes para cada idioma. Eu ainda não usei, mas logo que configurar isso eu posto aqui os detalhes. Outra opção interessante é permitir que o usuário escolha o idioma padrão que ele quer ler no seu site nos próximos acessos. Ele pode sempre querer abrir seu blog com os posts em inglês, por exemplo, e isso pode ser guardado em cookies. Para ativar essa opção, adicione o seguinte código no seu menu (mais uma vez editando um dos arquivos do tema que você está usando):

if(function_exists(‘polyglot_list_langs’)) {
polyglot_list_langs(false);
}

O que esse código faz é listar em bandeiras (se o parâmetro da função é false) ou em texto (se o parâmetro é true) os idiomas que você configurou naquele vetor no arquivo polyglot.php. No meu caso esse código foi inserido dentro do arquivo tabnav, mas quando seu tema tem uma coluna de menus, você pode inserí-lo no sidebar.php. O problema aqui é que os links gerados por essa função são permalinks que você deve ter disponível. Os permalinks são do tipo: http://hackers.gnosislivre.org/~tiago/blog/lang-pref/en/

Na primeira tentativa você vai receber um 404 do HTTP, o que é normal se você ainda não criou esses permalinks. Esse foi um ponto não documentado que eu me bati bastante pra descobrir. Pra resolver esse problema você deve criar um arquivo .htaccess dentro do diretório raiz do seu blog (ex. ~/tiago/public_html/wordpress/) e adicionar algumas regras de escrita do apache. O conteúdo do meu arquivo .htaccess é este:

RewriteEngine On
RewriteRule ^(.*)lang-pref/en/$ /~tiago/blog/$1?lp_lang_pref=en [QSA]
RewriteRule ^(.*)lang-pref/pt/$ /~tiago/blog/$1?lp_lang_pref=pt [QSA]
RewriteRule ^(.*)lang-pref/fr/$ /~tiago/blog/$1?lp_lang_pref=fr [QSA]

Mude os parâmetros das regras de acordo com sua necessidade.

Bom, agora estamos já utilizando duas features do plugin. A primeira foi listar os idiomas disponíveis pra cada post, e a segunda foi dar a opção de setar o idioma padrão para todos os posts e criar cookies para os próximos acessos.

Por fim eu modifiquei algumas coisas nos fontes do plugin, pra evitar bordas nas imagens das bandeiras e ordená-las horizontalmente em vez de verticalmente, como é o padrão. Se você seguiu esse mini-tutorial e teve problemas, contacte que posso tentar te ajudar. Eu ainda tô tentando descobrir como colocar pra funcionar a tradução dos ítens do menu. Devo postar algo aqui em breve em relação a isso.

essai plugin

C’est un texte en français

Generating Build Depends automatically…

Alguém sabe me dizer como faço isso? Eu dei uma olhada nessa thread, mas alguns problemas nessa solução não foram resolvidos. Hoje perdi um tempão pra fechar um bug relacionado a build-depends num pacote meu… 😦

arrumando a casa…

Sendo breve: o wordpress agora é minha página pessoal. Dividi os posts em 3 categorias (ptbr, en e fr). Resolvi dividir por idiomas depois de criar um montão de categorias loucas e non-sense. Simples: o que eu acho que é interessante estar escrito no idioma X, eu escrevo em X, e assim por diante… Por exemplo, não faz muito sentido escrever sobre o lançamento do BR-CDD em [en|fr], como não faz sentido opinar sobre questões separatistas do Québec em ptbr 🙂 No entanto, não esperem muita coisa em francês, je suis seulement un débutant , désolé 🙂

Debian-BR-CDD 1.0 Lançado!

É com grande prazer que anunciamos a versão 1.0 do Debian-BR-CDD. Após
dois anos de desenvolvimento e testes, a versão 1.0 está pronta. O
lançamento traz softwares para:

o Gravação de CDs de áudio e dados
o Escutar música
o Visualização de vídeos
o Navegação na internet
o Chat
o Jogos
o Editoração de textos
o Edição de imagens
o Correio eletrônico
o Compartilhar a interne

O trabalho realizado pela equipe destaca-se principalmente no suporte
a hardware. Esta área recebeu bastante atenção e passou a ter suporte
ao acesso automático à mídias removíveis, montagem automática, como
pen-drives e a maioria das câmeras digitais comercializadas no Brasil.

A documentação foi atualizada e ampliada , isolando dificuldades
comuns com suas respectivas soluções na seção de perguntas frequentes
do sítio. Foi atualizado o manual de instalação, que está disponível
on-line e também em formato pdf, assim os usuários têm um guia
detalhado para orientá-los durante o processo de instalação,
facilitando o primeiro contato.

saiba mais… http://cdd.debian-br.org/project/wiki/Anuncio1.0

IstoEra…

Vale a pena a leitura, pra entender o que se passa numa das maiores revistas do país:

http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=374IMQ004

bluezinho

pô, há bastante tempo eu postei umas oggs que tinha gravado na guitarra, mas o endereço da terceira apontava pra segunda. Então, pros desavisados que se arriscam a ouvir essas tosqueiras, tá aqui: http://gnosislivre.org/%7Etiago/files/tiago-solo-03.ogg

Debian, debian e debian…

Debian-BR-CDD 1.0pre7

Pois bem, ainda não é o anúncio oficial de lançamento, mas quem quiser dar uma força, pode baixar e testar a provável última versão pré do Debian-BR-CDD. Eis o endereço: http://cdd.debianbrasil.org/iso/1.0_pre7/debian-br-cdd_1.0pre7.iso

Epylog

Finalizei mais um pacote pro Debian e já já estará na suite unstable. Epylog é um programa escrito em python para gerar relatórios do syslog e facilitar um pouco a vida de administradores.

Utnubu

Tinha esquecido da existência desse projeto, então, da mesma forma que me lembrei, quero lembrar aos esquecidos 🙂 Está lá, firme e forte, provando coisas interessantes sobre o projeto Ubuntu: http://utnubu.alioth.debian.org/

gchangepass

Passei a manter o backport do gchangepass no Debian-BR-CDD, que tem dois bugs chatos na versão que está no sarge. Relembrei um pouco de C e mandei as correções pro Debian, como toda equipe de CDDs deveria fazer 🙂

Fim de inverno

Vamos lá, esse blog é muito pequeno pra dizer tudo o que eu queria (ou
minha preguiça é grande o suficiente pra isso). Acabei de lavar uma
montanha de pratos, tô exausto.

St Patrick’s Day

bicho feio

Essa uma parada famosa aqui em Montreal, em comemoração a alguma coisa
que eu realmente não vejo muito sentido. Quem tiver curiosidade, pode
acessar http://www.st-patricks-day.com/

Na verdade é uma parada poluída. Em cada 10 entidades que desfilam,
uma realmente manisfesta algo interessante, ou pelo menos relacionado
ao propósito da festa. O resto é carrão com adesivos de empresas e
alguns carinhas/garotinhas acenando. Nada de especial. Conseguimos
ficar 30 minutos lá. Além de cansativo, tava muito frio, algo em torno
de -8 graus.

Manifestação global contra a ocupação no Iraque

...

Essa foi interessante, principalmente por perceber que aproximadamente
70% das pessoas presentes tinham mais de 40 anos. É surreal. Quase não
tinha jovens na manifestação. O problema aqui é que cada vez mais o
Canadá estreita relações de apoio aos Estados Unidos, e o povo do
Québec não aceita. Segundo uns panfletos que recebi, o governo do
Québec liberou algumas centenas de milhões para programas de “paz”
americanos nos últimos anos.

Workshop de molhos vegetarianos

O People’s Potato ministrou um workshop de molhos vegan, utilizando
umas ervas loucas que não conheço a tradução pra português. Ainda não
tentamos nenhuma opção da receita, mas pelo menos _eles_ conseguiram
fazer algo bem gostoso lá. Tássia tem almoçado com eles diariamente, e
eu, todas as sextas. Tássia tem ajudado na cozinha da People’s Potato
também de vez em quando (lavando pratos, cortando alho, etc :)).

Ski de verdade

ski

A gente acabou se arrependendo de não ter dado começado a esquiar
antes. Agora, quase no fim do inverno, tivemos duas ótimas
experiências. A primeira foi no Mont Orford (http://orford.com/), onde
esquiamos pela primeira vez numa montanha de verdade. Descemos do topo
dos 389 metros do morro, numa pista para iniciantes de aproximadamente
5 km de extensão. É muito bom!

Na segunda vez alugamos um carro e fomos pro Owl’s Head
(http://www.owlshead.com/) , a aproximandamente 2 horas de Montreal.
Este tem mais de 500 metros de altitude, mas não tem pista verde
(iniciante) do topo. Então pegamos umas pistas de intermediário
(azul), começando do meio da montanha. Agora vamos tentar ir pela
última vez, se po$$ível, no Mont Orford, que tá começando a divulgar
umas promoções interessantes pro fim do inverno (e da neve).

Violão de verdade

violao

Pois é… ficou difícil viver sem um violão em casa. O problema é que
eu fui longde demais… Não dá pra entrar numa imensa loja de
instrumentos, ver que você tem a chance de comprar algo por um preço
muito menor que no Brasil, e não comprar algo bom. Pois bem: comprei
um Fender 12 cordas. É impressionante. O violão parece que tá
amplificado. Tô me adaptando ainda às cordas extras. Na verdade deixei
somente 9, tirei as oitavas das cordas baixas. O fogo foi fazer as
escolhas… Vocês vão entender abaixo.

Coisas que não fiz

Não fui pro Show do Dream Theater esta semana. Foi difícil, mas
suportei. Preferi comprar o violão. Agora preciso deixar de fazer
várias coisas pra cobrir o custo que tive. Por exemplo, deixar de ir
pro show de B. B. King no Festival de Jazz de Montreal. Essa vai ser a
parte mais difícil 😦

Hmm… Talvez a parte impossível seja não ir pro show do Radiohead em
junho. Sim, fontes confiáveis dizem que o Radiohead estará aqui daqui
3 meses. Vamos ver… Não quero nem pensar nisso agora.

Coisas que _ainda_ não fiz

Passeio com calma no Mont Royal, passeio no Jardim Botânico, passeio
em Toronto, passeio em Otawa, passeio nas cataratas do Niagara,
Biodôme, Planetário, etc. Tem muita coisa a se fazer ainda (e pouco
dinheiro pra isso) 🙂

Encontro de usuários Linux de Montreal

Os detalhes estão aqui: http://linux.meetup.com/122/
No dia 7 de março (se não me engano) fui pro encontro de usuários
Linux de Montreal. Foi realmente estranho. A primeira impressão não
foi legal. Cheguei no local (um Café, bem bonitinho) e tinha umas
mesas ocupadas, mas separadas. Perguntei se aquilo era o encontro de
usuários Linux de Montreal. O cara me mostrou uma placa, que
confirmava o evento. Ok, mas por que eles estavam separados? Não sei.
O cara viu minha camisa do Debian e disse que seríamos bons amigos 🙂
Bom, foi chegando mais gente, que ia se amontoando em mesas separadas,
onde as pessoas não se falavam. Depois de uns 30 minutos meu amigo
Elton (também latino) perguntou bem alto se aquilo ali era o encontro,
e se eles podiam o ajudar a instalar o GNU/Linux no seu PowerBook. O
pessoal olhou desconfiado, em silêncio, e começou a se juntar em volta
de um só círculo. Algumas pessoas tentaram ajudar na instalação do
PPC, mas sem sucesso. De fato, as pessoas que tentaram não tinham
muita habilidade.

Enfim chegou o coordenador do evento, que começou a falar em francês.
Achei estranho, pois a lista de discussão é em inglês, e o convite
para o evento também foi em inglês. Enfim, eu fiz o meu melhor. Todos
se apresentaram (inclusive eu). Algumas pessoas já se conheciam.
Infelizmente não consegui ter uma participação legal nas discussões
por conta de meu francês limitado. O evento foi basicamente uma
conversa em círculo, sobre alguns temas, onde três se destacaram: VOIP
e GNU/Linux em desktops e suporte. Algumas pessoas leigas faziam
perguntas e os mais experientes respondiam. Algumas vezes os
pouco-experientes respondiam também, com um certo ar de experiência.
Muitas vezes eu queria dizer algo, mas travava tudo.

O que deu pra perceber é que não se discutiu nada sobre liberdade, ou
outras questões não-técnicas sobre software livre. Aliás, eu não
lembro de se referenciar a esse termo em nenhum momento. O pessoal
parece ser bastante habituado a GUIs, inclusive pra configurações mais
complexas. As distribuições mais populares por aqui (pelo menos no
encontro) foram Fedora e Ubuntu. Um cara que parecia ser dos mais
experientes do grupo ficou surpreso ao me ver entrando no modo texto e
voltando pro gráfico utilizando as teclas Alt, Ctrl e F[1-9].

De fato esse foi o maior choque cultural que senti aqui. Senti isso
exatamente no momento em que me apresentei como brasileiro. Eu
esperava pelo menos um comentário sobre a situação do Brasil e
softwares livres, mas a única coisa que ouvi foi um “obrigado, o
próximo a se apresentar, por favor…”. Pensei então como seria por
exemplo, se o PSL-BA, numa reunião, recebesse um estrangeiro, como
seria diferente 🙂 Mas isso é tolerável. É cultura. O lado da força tá
com eles, a adaptação deve ficar por minha conta aqui.

A última notícia é que a Ubuntu está abrindo um centro de suporte aqui
em Montreal. Estão precisando de gente com experiência em Debian, com
contribuições pra comunidade, etc… Quem sabe… 🙂

Por hoje é só. Agora é esperar a primavera e sentir pela primeira vez
em minha vida uma mudança de estação.

abraços a todos(as) os(as) amigos(as),

Novo par de chaves

pub 1024D/A504FECA 2006-03-19
uid Tiago Bortoletto Vaz
uid Tiago Bortoletto Vaz
sub 2048g/CAFC4CE4 2006-03-19

Um velho amigo no gúgou

Tirado do Observatório da Imprensa:

“Definição de fracasso. Vá em http://www.google.com.br. 1) Digite “Failure”, sem as aspas (fracasso, em inglês). 2) Em vez de clicar em “Pesquisa Google”, clique em “Estou com sorte”. 3) Tire suas conclusões.”

Muito bom 🙂