Monthly Archives: November 2009

A mulher que seduziu Bill Gates

Crescimento relâmpago

E a sua fórmula do crescimento:

“Outro vídeo, também de acordo com o depoimento, teria imagens de Durval negociando um contrato emergencial com a empresária Cristina Boner a pedido de Arruda. O contrato seria, na verdade, a doação de R$ 1 milhão para a campanha do governador.”

Grupo TBA deu dinheiro de forma ilegal a Arruda, afirma Durval

Esta é mais uma façanha da indústria de software enlatado e de péssima qualidade no Brasil.

That’s what you get…

…if you park your motocycle in a forbidden zone for a few minutes to have a sandwich in São Paulo. Of course it wouldn’t happen to any white/rich person.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u658822.shtml

Despite the clear images, all those police men stated they didn’t attack the motoboy. I don’t know if term “motoboy” is used in english, but here in Brazil it means a guy who uses a motocycle to make some money (about $3/hour) delivering things. Bad.

Who needs a wifi switch?

Wifi stop working. Thinkpad x60. Debian GNU/Linux. Intel(R) PRO/Wireless 3945ABG/BG. Logs below:

Nov 22 12:54:43 thinkpad kernel: [ 5373.816386] iwl3945 0000:03:00.0: Radio Frequency Kill Switch is On:
Nov 22 12:54:43 thinkpad kernel: [ 5373.816388] Kill switch must be turned off for wireless networking to work.
Nov 22 16:11:16 thinkpad kernel: [17168.714311] iwl3945 0000:03:00.0: Radio disabled by HW RF Kill switch
Nov 22 16:11:16 thinkpad kernel: [17168.714487] iwl3945 0000:03:00.0: Radio disabled by HW RF Kill switch
Nov 22 16:13:55 thinkpad kernel: [17328.018434] iwl3945 0000:03:00.0: Radio disabled by HW RF Kill switch
Nov 22 16:13:55 thinkpad kernel: [17328.018603] iwl3945 0000:03:00.0: Radio disabled by HW RF Kill switch

…about 1 hour trying to solve that annoying issue, and then I realize there was a f** wifi switch turned off right in front of my face. #FAIL

Funkatrua ao vivo!

Pra quem não sabe, eu estudo música!
Pra quem não sabe, eu toco funk!
Pra quem não sabe, faremos um recital no Ao Vivo Music no primeiro dia de Dezembro de 2009.
Repertório: Marvin Gaye, Kind Floyd, The Staple Singers, Curtis Mayfield, Tower of Power, Wild Cherry etc.

É zica!

(1) Recebi um cartão do banco após ter sido negado na agência por não ser o primeiro titular da conta. Como consegui isso? Desisti de bater boca com a gerente e resolvi fazer a proposta pela Internet, sem ela saber, claro. A proposta foi aprovada quase que imediatamente, com um limite mais gordo do que eu imaginava e a gerente ainda nem deve saber disso. Detalhe: eu já possuo cartão do mesmo banco há mais de 5 anos, porém de outra agência. Vai entender…

(2) Estamos sem geladeira à 8 dias porque a empresa demorou de se convencer que o problema ocorreu dentro do prazo de validade legal de um conserto anterior (90 dias). Este problema está parcialmente resolvido, afinal concordamos que pagaremos pela mão de obra, mas que a peça será trocada sem ônus. O que a gente não aceita pra não ficar sem gelo no verão… Tudo conspira para que segunda-feira próxima a coisa volte a esfriar por aqui.

(3) Propaganda da TIM, com três carecas pintados de azul (publicada numa das revistas que chegam via Sedex pra mim – ver queixa 4 abaixo):

“Fale sem limite em ligações locais para qualquer fixo” (letrinhas pequenas: […] chamadas locais para outros fixos […] até o limite de 1 mil minutos por mês.)

“Navegue na Internet sem limite” (letrinhas pequenas: após o consumo de 1GB, a TIM poderá reduzir a velocidade, a seu critério, até o faturamento subsequente.)

(4) Finalmente recebi mais uma leva de revistas da assinatura. É um serviço VIP de assinatura, todas as edições chegam via Sedex. O problema é que chegam duas semanas atrasadas, com duas ou três revistas amontoadas e sempre demanda intervenção e queixa pelo serviço 0800 duas semanas antes e após esgotarem nas bancas. Adicionalmente, esta assinatura me forneceria alguns pontos de programa fidelidade na TAM após o pagamento total da fatura (aquele sentimento idiota de “ôba, vou sair ganhando!” – sentimentos idiotas geralmente são materializados no gerúndio, já perceberam?). Ok, resolvi quitar a assinatura anual numa única parcela faz uns 3 meses (utlizando o velho cartão do banco que me nega cartão). Resultado: nada de ponto fidelidade até hoje. A penúltima vez que liguei pra me queixar a atendente muito educada me pediu o número Smiles e quantos pontos ela deveria solicitar, pois tinham esquecido. Na última ligação-queixa há alguns dias ela ao menos acertou e pediu o número fidelidade da TAM, mas ainda assim não sabia quantos pontos deveria a revista transferir. O pior é que a palavra “Smiles” me dá nos nervos desde que a Varig resolveu não computar as milhas de uma viagem internacional que fiz em 2005, o que me rendeu algumas muitas horas de estresse em ligações telefônicas interurbanas. Pra piorar, pediu que eu enviasse os bilhetes originais e deram fim neles. Pra piorar, passaram a argumentar que só poderiam considerar as milhagens se eu tivesse posse dos bilhetes originais que tinham me roubado. Também não registraram as milhas de outra viagem em 2006. Eu simplesmente desisti e não quero mais ouvir falar nesse programa. Aliás, me deu também nos nervos o apagão último. O que uma pessoa tem na cabeça pra me ligar de madrugada e lembrar que meu camarão iria estragar se a luz não voltasse logo? EU NÃO ESTAVA LEMBRADO DISSO. Fiquei nervoso e com insônia. É um sentimento estúpido e egoísta, mas eu criei uma relação estranha com o camarão que minha sogra mandou de Alagoas e ainda preciso compreender isso melhor. Eu já estava preocupadíssimo com o fato de ter deixado o camarão na geladeira do prédio depois que a geladeira da nossa casa pifou. Aliás, eu desconfio que essa geladeira pifou porque houve falta de luz dois dias consecutivos no bairro. E sabe por que faltou luz? Porque a palha da palmeira do prédio tocou nos fios e provocou curto. Isso foi no primeiro dia. No segundo dia o motivo foi supreendentemente o mesmo. Afinal, após aproximadamente 5 horas de conserto no primeiro dia, ninguém ousou remover a tal palha, pois era necessário uma autorização expressa e carimbada por algum burocrata da prefeitura. Maldita palha que deixou a gente no escuro dois dias consecutivos. Vejam, o camarão sobreviveu a três quedas de energia e uma migração de geladeira.

Enfim, nós estamos todos condenados à apreciar campanhas publicitárias sem noção com carecas pintados de azul, a suportar bancos que definem critérios a critério dos seus funcionários (como os carecas pintados de azul fazem com a velocidade do seu 3G), a lembrar à editora que aquela assinatura que você fez e quitou de uma vez em foi em virtude da promoção que forneceria pontuação em programa de milhagem. Ah, e tem que lembrá-la qual era o programa de milhagem e quantos pontos devem ser transferidos. É preciso ainda acreditar que os três carecas pintados de azul não vão reduzir, “a seu critério” a velocidade no mísero serviço de acesso que oferecem. E claro, é preciso saber enxergar muito bem as letrinhas pequenas, para então conhecer a verdade, respirar e refletir: estamos todos condenados a presumir boa fé nas nossas relações, mesmo sendo diariamente induzidos a crer no perfeito oposto!

Oba, Tássia acabou de chegar em casa, olhou para a revista aberta na página dos carecas pintados de azul (vou ter pesadelo com isso) e disse:

– Carta Capital! Chegaram duas de novo?

– Sim. E já tem outra nas bancas que ainda não chegou. Retruquei, fingindo estar mal humorado.

– É zica! Você tem zica com revistas e milhas!

Sábia esposa, matou o problema, é isso, tô zicado! E o post agora tem um título 🙂

Recomendadíssimo: “Na selva das cidades”

A peça está em cartaz na Aliança Francesa em SP (metrô República). O release pode ser lido no documento (.doc) em:

http://www.aliancafrancesa.com.br/cultura/selvadascidades/release.doc

Na selva das cidades

“A montagem apresenta uma releitura do texto com adaptações para a atual realidade do País. Em cena, 13 atores dão vida à implacável luta pela sobrevivência na destruição causada por dois homens, que se enfrentam sem motivo algum. A peça expõe a relação do homem com o dinheiro (fisicamente), sendo ele praticamente o protagonista de toda a história. “Queremos que as pessoas saiam do teatro e façam uma reflexão sobre o que acabaram de ver. Estamos convidando as pessoas a pensarem”, comenta Marcelo Marcus Fonseca.

A disputa pelo poder e a ganância do ser humano moderno que destrói seu semelhante sem saber por que surge no texto de maneira bem explicita. “A peça é um retrato de uma sociedade agressiva, egoísta e intolerante que massacra a delicadeza e compra opiniões em um mundo onde as pessoas estão se destruindo cotidianamente e destruindo tudo em sua volta”, completa Fonseca.

Outro ponto auge da montagem são as músicas originalmente compostas que trazem uma boa dose de rock pesado até melodias inspiradas na sinfonia “Floresta do Amazonas”, de Villa-Lobos. O ator Wanderley Martins, um dos apaixonados pela obra de Brecht desde os anos 70, declama o poema “Lenda do Soldado Morto”, de autoria do próprio autor, e responsável pela colocação do nome de Brecht em quinto lugar na lista negra dos que seriam assassinados se o “putsch” de Hitler em 1923 tivesse vencido. O poema surge na montagem em uma versão musical com acordes eletrizantes de guitarra transformando-se em uma opera moderna. Já a cantora Cida Moreira solta a voz, também ao vivo, durante o espetáculo com versões de músicas de soul e jazz conhecidas pelo grande público.

Na Selva das Cidades foi apresentada pela primeira vez no Brasil há exatos 40 anos, pelo Teatro Oficina. Na época contou com a direção de José Celso Martinez Correa. Na época o Brasil vivia o regime da ditadura militar.”

Dica para os que chegaram até aqui:

“A entrada custa R$ 20, mas as pessoas que falarem na bilheteria sobre a divulgação da peça no site pagam apenas R$ 8. A temporada está com apresentações aos sabádos, às 21h e domingos, às 20h até 22 de novembro.”

http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/10/na-selva-das-cidades-esta-de-volta-na-alianca-francesa/